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1° crônica - Sem ter para onde fugir

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Re: 1° crônica - Sem ter para onde fugir

Mensagem por Azeitona em Seg Nov 07, 2016 1:28 pm

*Odiava quando ela fazia isso. Por vezes, Aphrodisia achava que lidava com um novato ou inepto, lhe delegando ordens como se ele já não soubesse o que e como fazer. Ainda sim, ela estava certa. Era hora do casal religioso sumir. Procurando pelas vielas da cidade e se aproveitando da confusão, Vince colocaria a carroça em um local escondido para poder se disfarçar e disfarçar a carroça também.
Após isso, procuraria os estábulos daquela taverna onde Aphrodisia entrou para que pudesse deixar sua tão massacrada carroça. É claro, não antes de trancar e esconder todos os rastros da sua última identidade. Não era esperto deixar provas disso.
Seguiria para a taverna a qual sua comparsa entrou na esperança que ela já tenha conseguido resolver as coisas como acomodação e comida. Ah! e um banho! Vincent ansiava por um banho*


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Re: 1° crônica - Sem ter para onde fugir

Mensagem por Nicomo Cosca em Seg Nov 07, 2016 1:31 pm

*Quando vê o kobold tentar levantar a caneca para depois começar a focinhar a cerveja, Nicomo dá um tapa animado na mesa.*

-Este é o espírito! Depois da primeira, começa a descer que nem água, você vai ver.

-E quem é Io? Deus de vocês lagartos pequeninos?
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Re: 1° crônica - Sem ter para onde fugir

Mensagem por Azeitona em Seg Nov 07, 2016 2:31 pm

Teste de Disfarce

Azeitona efetuou 1 lançamento(s) de dados d20 (Imagem não informada.) :

rank 7 + 3 mod. hab. + 4 Kit de Disfarce = 21
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Re: 1° crônica - Sem ter para onde fugir

Mensagem por Narra-A-Dor em Seg Nov 07, 2016 2:41 pm

Narra-A-Dor escreveu:
Descrição taverna

[Interior taverna]

Narração Afrodisia e Vincent
Como uma verdadeira artista, Afrodisia incorpora seu novo personagem, se ela não tivesse se mostrado antes para Vincent, era bem capaz de nem mesmo ele, a conhecendo muito bem, a reconhecer. Você entra na taverna a noite, e percebe ela com apenas 20℅ da capacidade que ela aguentaria (em clientes). A maioria conversando e bebendo, na parte oposta onde fica o balcão, onde tem um tapete redondo no chão, um atendente, um senhor de meia idade, calvo e de avental, cercou essa área e ajeita alguns bancos, parece estar preparando a área para algo já que a cercou para que os outros clientes não entrem ali.
Vincent, guia a carroça para o estábulo que fica ao lado da taverna, como de costume o local fede a cavalo suado e esterco, e você identifica um bêbado ou mendigo (ou os dois) deitado em uma das baias onde deveria estar um cavalo. Você se prepara tomando cuidado, usa um funfo falso na carroça para guardar coisas importantes e vai em direção a taverna.

[19:20hs]

Narração Nicomo, Ashkar e Daurig
Vocês comem muito bem, bebem a vontade, conversam de forma descontraída, o pequeno Daurig mesmo bebendo pouco mostra total indisposição a bebida já ficando um pouco tonto, seus olhos que costumam ser esbugalhados então meio apertados e ele ri para tudo, Nicomo não para de conversar com a atendente mas no final ela diz que se ele quiser, ela sai as 18:00hs (ela diz assim que anoitecer) e continua atendendo com um sorriso no rosto, isso o deixa animado que pede outra rodada ao grupo e Ashkar se entretêm com um anão que viu o apetite voraz do draconiano por bebida e comida e o desafia a partidas de queda de braço e disputas de vira-vira. Nisso se passaram algumas horas.

[15:30hs]
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Re: 1° crônica - Sem ter para onde fugir

Mensagem por Ashkar em Qua Nov 09, 2016 10:09 am

*Ashkar estava naquele momento de aproveitar a vida, afinal, sabe que a qualquer momento ela poderia acabar, um certo anão parecia o tipo de pessoa divertida que Ashkar gosta de dividir a mesma taverna, desafios de comida e bebida, quedas de braço, tudo que gosta.

*No momento em que repara que o kobold está ficando meio...feliz demais, não consegue deixar de comentar.

- Nunca vi um kobold bebado...não sei se isso vai ser engraçado demais ou embaraçoso demais.

*Acaba respondendo a pergunta de Nicomo sobre Io*

- Io é o deus supremo dos dragões homem! Tem um monte de outros mas só lembro dele, do Bahamut e da Tiamat, o resto...err...pergunta pro Daurig.
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Resposta ao tópico

Mensagem por Afrodisia em Qua Nov 09, 2016 3:50 pm

*Afrodisia entrou sem fazer cerimônia, mas também sem pressa. Fitou os rostos de cada um dos que estavam ao seu alcance. Poderiam ser disfarces úteis algum dia. Após dar passos firmes para certificar-se de que seria notada, ela percebe a tentativa do taverneiro em cercar uma certa área. Quando chega perto o bastante, interpela o homem com sua voz adocicada e sensual de sempre.*

- Meu caro senhor, boa noite. Quando puder me atender, gostaria de pedir a especialidade da casa para duas pessoas, além de reservar um quarto também para duas pessoas. Ah, e se fosse possível, eu também gostaria de informações no que tange aos principais acontecimentos da cidade. Estou em busca de aventuras. Posso recompensá-lo...

*E, após uma piscadinha, parou no balcão, ao lado da área reservada, sentando-se, colocando os dois cotovelos na mesa e apoiando as maçãs do rosto em suas mãos. Os olhos sedutores fitavam o estalajadeiro, e os lábios entreabertos eram quase um convite. A menina sabia como usar um misto de palavras e expressões corporais para maximizar suas chances de conseguir o que queria.*
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Re: 1° crônica - Sem ter para onde fugir

Mensagem por Nicomo Cosca em Qua Nov 09, 2016 8:10 pm

*O esforço com a atendente claramente está revelando um potencial. Dentre uma e outra caneca, Nicomo garante que será a pontualidade em pessoa quando ela largar o trabalho. Ele começa a se levantar para fazer uma visita à latrina quando o anão aparece para desafiar Ashkar.*

-Senhores, a natureza chama, mas não perderia isso por nada no mundo! Quero ver apostas!

*Em seguida o mercenário segue para o sanitário, onde após se aliviar, vai ao balcão da taverna, procurando falar com o proprietário, ou no mínimo quem parece estar gerenciando o lugar.*

-Diga-me, bom homem, este belo estabelecimento comporta três guerreiros cansados e com sede de justiça (e cerveja)? O pequeno cabe até numa gaveta.
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Re: 1° crônica - Sem ter para onde fugir

Mensagem por Daurig em Qua Nov 09, 2016 11:06 pm

Meio zonzo, ele afasta a caneca de cerveja de si e se senta na cadeira, enquanto termina de comer a comida com as mãos, depois limpando-as na própria roupa.

Para a sorte dos dois, Daurig estava comendo e distraído, e quando percebe que Nicomo perguntou sobre Io, o mercenário já havia saído da mesa.

Não há problema. Daurig explicaria para ele quem era Io mais tarde.

Em detalhes. Minuciosos detalhes!

Assim que os dois saem da mesa, Daurig segue Ashkar, meio cambaleante, curioso para ver a tal queda de braço.
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Re: 1° crônica - Sem ter para onde fugir

Mensagem por Narra-A-Dor em Qui Nov 10, 2016 9:03 am

*Rolamento, teste Obter Informação +6 da Personagem Afrodisia*

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Re: 1° crônica - Sem ter para onde fugir

Mensagem por Narra-A-Dor em Qui Nov 10, 2016 9:10 am

[Off: Ashkar, faça três rolamento de força para o teste de queda de braço com o anão como no exemplo a baixo]

*Rolamento Força +6*

1° rolamento
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2° Rolamento
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3° rolamento
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Re: 1° crônica - Sem ter para onde fugir

Mensagem por Narra-A-Dor em Qui Nov 10, 2016 9:47 am

Narração Afrodisia e Vincent

[descrição Taverneiro]

-Oh minha linda jovem, me de um minuto por favor.

*Nisso Afrodisia espera na bancada, ele termina de colocar uma grande mesa retangular e algumas cadeiras, e mantem o local destacado para ninguém entrar. Nisso ele se aproxima de Afrodisia limpando as mão no avental.*

-Sim minha cara, temos quartos, ou melhor temos um quarto só, com isso tudo na cidade os quartos mais baratos estão ocupados só tenho os quarto mais caros que as pessoas comuns não tem dinheiro para pagar, mas somente um, teve mais cedo um grupo de home... quer dizer, seres que chegaram e alugaram três deles, se isso não a importar, ele é seu enquanto quiser (2PO).
[21 em Obter informação] - Sobre os acontecimentos, *ele faz um gesto para as pessoas espalhadas pela cidade*, aparentemente o Reino de Conti está sitiado, pelo menos a parte Norte onde estamos, no vale entre as montanhas que é o nosso acesso ao sul do reino, monstros tomaram o vale, e até mesmo a única cidade que ha um caminho pelas montanhas e seria no nosso único contato fora dessa parte cercada está sitiada, ali *ele aponta para onde estava arrumando*, amanha na hora do almoço o chefe da guarda irá conversar com um grupo de aventureiros sobre o que podem fazer para ajudar tal situação, sei que tem um dinheiro bom envolvido.

*Nesse momento Vincent adentra a taverna, Afrodisia leva um pequeno tempo para confirmar que é ele mesmo*

[20:00hs]

Narração Nicomo, Ashkar e Daurig
*Nicomo após se aliviar, vai ao balcão onde encontra um homem (descrição do taverneiro acima), ele o atende limpondo as mãos no avental*

-Sim, sim temos quartos, mas com isso tudo na cidade os quartos mais baratos estão ocupados só tenho os quarto mais caros que as pessoas comuns não tem dinheiro para pagar, se servir aos senhores, podem ficar o quanto quiserem, nas outras também estão lotados e não tem a qualidade nos quartos como eu tenho, poucos ratos e esses quartos tem seu próprio local para banho e necessidades alem de uma cama de madeira.

Ashkar percebe que o anão apesar de parecer velho (vai saber o que velho p um anão) ele é bem forte e disputa centímetro e centímetro a disputa de queda de braços. Durante o embate, vocês dois usam o outro braço para dar goladas cabulosas na cerveja.

Daurig distraído, olhando para todos os lados com seus olhos apertados, vê que Nicomo estava no balcão conversando com um homem, e já prepara mentalmente o que ia dizer a ele por horas sobre o deus dragão, mas você percebe um homem que sai da latrina, que é perto onde ele está e para atras de Nicomo que se encontra distraído conversando, ele leva a mão leve e devagar até as costas de Nicomo.


[16:00hs]
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Mensagem por Afrodisia em Sex Nov 11, 2016 1:13 pm

*Ela suspirou quando ouviu o valor. Duas peças de ouro? Aquele taverneiro deveria ser podre de rico se cobrava esse preço de todos os que passavam por ali. Fez um ar desanimado, de quem não esperava pagar tão caro por um quarto, e ouviu atentamente as informações. Aparentemente, a parte norte de Conti estava sitiada. Algum comandante monstruoso esperto havia criado um embargo, evitando o comércio norte-sul. Era uma tática inteligente. Pelo visto, um grupo de aventureiros seria contratado pelo chefe da guarda. Seria aquele bando de encrenqueiros da entrada da cidade ou um grupo completamente novo? De qualquer modo, Vincent já estava chegando, e ela havia demorado mais do que o previsto. Tinha que acelerar o processo.*


- Puxa, acho que eu deveria então aparecer amanhã... estou mesmo precisando de um trabalho... olha, eu não tenho muito dinheiro aqui comigo... não vim preparada para gastar tanto e esperava conseguir mais dinheiro quando conseguisse pagamento por uma missão ou algo do tipo... será que você não podia quebrar meu galho só dessa vez e diminuir um pouco ou incluir as refeições nesse custo? Eu vim para ajudar a cidade e o reino... Selyna será eternamente grata... e seremos amigos...


*E, falando desta forma sedutora, piscando um dos olhos e jogando charme, ela diminuiu o tom de voz e sussurrou algumas palavras incompreensíveis ao taverneiro, mas que, se fossem bem-sucedidas, fariam com que seu pedido provavelmente desse certo e lhe poupasse pelo menos 1 peça de ouro. Estava faminta, mas não ia torrar dinheiro de forma desnecessária. Se tudo corresse bem, talvez conseguisse ficar ali até de graça.*


OFF: Estou usando Diplomacia para tentar um abatimento no preço cobrado e conjurei Enfeitiçar Pessoa (CD 15) no taverneiro para tentar conseguir as acomodações e as refeições de graça.
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Teste de Diplomacia

Mensagem por Afrodisia em Sex Nov 11, 2016 1:15 pm

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Re: 1° crônica - Sem ter para onde fugir

Mensagem por Narra-A-Dor em Sex Nov 11, 2016 7:23 pm

*Teste resistência do taverneiro, Vontade +1*

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Re: 1° crônica - Sem ter para onde fugir

Mensagem por Daurig em Sab Nov 12, 2016 12:36 pm

*Após horas preparando seus discurso contando tudo que sabia sobre o deus dragões, todos seus deuses menores, semi-deuses, santos, etc, Daurig se põe a caminho de Nicomo no balcão. O kobold anda um pouco tonto ainda, até que nota outra figura se aproximando de maneira suspeita atrás de Nicomo.*

*Daurig imediatamente se põe a correr em linha reta na direção a Nicomo, passando por baixo de mesas e das pernas de outras pessoas. O kobold estava mais corajoso que o normal por causa da cerveja, e ainda mais sem noção. *

- NICOMO CUIDADO ATRÁS! ! !

*E ele chega correndo e enquanto grita e literalmente pula na pessoa, com suas garras se agarrando nas roupas dela, principalmente no cinto para desequilibrá-lo.*
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Re: 1° crônica - Sem ter para onde fugir

Mensagem por Ashkar em Sab Nov 12, 2016 12:48 pm

*Ashkar solta um sorriso desafiador para o anão e colocar o braço enorme na mesa enquanto dá uma bela golada da cerveja com o outro, bate o canecão com força na mesa e fala para o anão*

- Beleza anão! Vamo ver se aquele papo de que "força anã" não é só enrolação!

OFF:

Força +4

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Re: 1° crônica - Sem ter para onde fugir

Mensagem por Narra-A-Dor em Sab Nov 12, 2016 10:39 pm

*teste Anão queda de braço, Força +2*

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Re: 1° crônica - Sem ter para onde fugir

Mensagem por Nicomo Cosca em Sab Nov 12, 2016 11:43 pm

*Nicomo segue distraído com a conversa com o taverneiro e estava prestes a concordar com o preço dos quartos quando escuta a confusão atrás de si e se vira para ver Daurig atracado com uma pessoa no mínimo duas vezes maior.

Ou o kobold era um completo idiota ou o sujeito não tinha a melhor das intenções. A verdade é que o grito é a postura do homem deixam Nicomo na defensiva, e ao perceber qie havia deixado sua lança encostada perto da mesa, com a mão esquerda ele segura o suposto assaltante pelo braço enquanto põe a mão direita no cabo de sua adaga na sua cintura. A expressão normalmente divertida e despreocupada do mercenário dá lugar um olhar de uma curiosidade com um toque ligeiramente assustador*

-Ora ora ora, o que temos aqui?
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Re: 1° crônica - Sem ter para onde fugir

Mensagem por Narra-A-Dor em Dom Nov 13, 2016 10:06 am

*Teste Arte da Fuga +10*

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Re: 1° crônica - Sem ter para onde fugir

Mensagem por Narra-A-Dor em Dom Nov 13, 2016 10:23 am

Narração Narração Nicomo, Ashkar e Daurig
*Daurig preso as costas do homem suspeito parecia um gato que com suas garras não soltava o alvo, a cena era muito engraçada, ele com seu pequeno tamanho e o outro, aparentemente um humano se debatendo, tentando alcançar o pequeno em suas costas, Nicomo obviamente se volta para a confusão atras de sí e percebe esse furdúncio, ainda mais quando escutou a voz, mesmo que longe do Daurig de forma alarmada. Nicomo logo "imobiliza o indivíduo", o segurando pelo braço, e com Daurig as suas costas, seria impossível para alguém se soltar assim, mas o homem logo mostra que não era um qualquer, e girando o corpo de forma que Daurig acabe caindo sobre Nicomo, consegue se desvencilhar dos dois,e quando dão por si, ele já está correndo fora da Taverna. A atendente vem e ajuda Nicomo e Daurig a levantar.*

-Vocês estão bem? Levaram alguma coisa de vocês? Essa cidade está infestada de ladrões (parece o RJ), e agora com toda esse contingente de pessoas aqui, será uma "colheita" farta para eles.

Ashkar em seu embate com o anão, vê que ele realmente é forte, mas o Draconiano era mais, muito mais. No início, ele quase não faz frente a sua força, logo em pouco segundo o anão já estava em uma situação complicada, o anão vendo que estava para perder tira forças sabe-se la de onde e consegue levantar novamente o braço, mas Ashkar não perdoa e o vence batendo forte o braço do anão contra a mesa, se modo que as canecas de cerveja trepidam. Você quando se levanta para comemorar vê apenas Nicomo e Daurig se levantando com a ajuda da mulher loira que ali trabalha, mas o resto do povo com exceção de um ou dois olhas e gritam para vocês dois... O anão, girando o braço, o elogia.*

-Parabéns garoto, você realmente é muito forte, mereceu ganhar, um brinde a você.

*Ele pega sua caneca e entorna de uma vez todo seu líquido goela a baixo*

[16:30hs]

Narração Vincent e Afrodisia
-Minha cara, eu infelizmente não posso fazer por caridade, os impostos nessa cidade são muito altos, e prejuízos com brigas e afins em tavernas são corriqueiros, eu preciso aproveitar agora para levantar algum dinheiro, *ele olha para você e suspira*, bem mas posso dar um pequeno desconto, o que me diz de 1PO e 5PP por noite, você irá adorar o quarto, tenho certeza, é digna da realiza.

*Vincent vem e se senta ao lado de Afrodisia no balcão, pede comida e bebida para vocês dois ao Taverneiro que logo entra para pedir a cozinheira para preparar tudo, e logo o taverneiro volta para saber da resposta sobre o quarto.*

[20:30hs]
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Resposta ao tópico

Mensagem por Afrodisia em Dom Nov 13, 2016 2:23 pm

*Claramente sua magia não havia funcionado. Odiava quando as chances que estão contra ela são pequenas e ainda assim acontecem. Pelo menos sua lábia serviu para conseguir um desconto de 25%. Dado o preço absurdo e abusivo do local e a possível falta de opções mais baratas em outras tavernas, resolveu aceitar. Com o cenho franzido, retirou a peça de ouro e as cinco moedas de prata de sua algibeira e as depositou sobre o balcão. Tentou continuar amigável, mas estava claramente desapontada*

- Aqui estão, senhor. Agradeço pela cordialidade e pela generosidade. Que os deuses lhe paguem em dobro.

*Quando Vincent sentou-se, ela fez o mesmo. Após um gesto em que mexeria no cabelo e diria algumas palavras arcanas na ausência do taverneiro, começou a conversar com seu companheiro em voz baixa*

- Parece que o Reino de Conti está sitiado, pelo menos aqui, na parte norte. Deve ser algum comandante monstruoso inteligente, pois criou um embargo no vale, que é o único caminho entre as montanhas que permite acesso ao sul do reino. Os monstros tomaram tanto o vale quanto a cidade a sul mais próxima, a qual sitiaram; acredito que passamos por ela. Amanhã, na hora do almoço, o chefe da guarda irá conversar com um grupo de aventureiros sobre o que podem fazer para ajudar nessa situação. O taverneiro soltou que tem um bom dinheiro envolvido. Fico pensando se seria aquele grupo de aventureiros encrenqueiros que encontramos ou um outro grupo completamente novo. Seja como for, temos que participar disso. Além da grana, que virá bem a calhar, começaremos a construir uma reputação aqui. Todos amam heróis e ninguém desconfia deles.

*Ela olha por cima do ombro para o local reservado pelo taverneiro, de modo a mostrar a Vince onde precisariam estar no dia seguinte*


OFF: Conjurei Mensagem antes de falar com o Vincent.
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Re: 1° crônica - Sem ter para onde fugir

Mensagem por Nicomo Cosca em Ter Nov 15, 2016 4:53 pm

*Nicomo claramente havia subestimado o ladrão, dada a facilidade com que ele se desvencilhou de seu aperto que, convenhamos, não era dos melhores. Quando ele se levanta, consegue ver o indivíduo fugindo da taverna. Ele se encontra com um kobold no colo sendo confortado pela atendente da estalagem, o que não era o que ele responderia se lhe perguntassem, há seis meses atrás, o que ele esperava de sua vida. Deixando Daurig no chão, ele responde à moça:*

-Estou bem, minha querida. Só me deixe concentrar um pouco.

*Tirando a adaga na bainha, o humano mira um arremesso, torcendo para ser rápido o bastante antes que o ladrão fuja.*

OFF: Vou jogar a iniciativa, caso ganhe, arremesso a adaga no ladrão.
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Re: 1° crônica - Sem ter para onde fugir

Mensagem por Nicomo Cosca em Ter Nov 15, 2016 4:53 pm

Iniciativa: 1d20 + 2

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Re: 1° crônica - Sem ter para onde fugir

Mensagem por Narra-A-Dor em Ter Nov 15, 2016 10:42 pm

*Teste de Iniciativa, +4*

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Re: 1° crônica - Sem ter para onde fugir

Mensagem por Daurig em Qua Nov 16, 2016 1:33 am

-DAURIG PEGOU! DAURIG PE... *e então ele é jogado contra Nicomo.*

*O kobold cai sentado no chão, mas rapidamente se põe de pé. Caso o inimigo ainda esteja dentro do alcance (menos de 6 metros), Daurig usa sua magia Pasmar.*


OFF: assim como o Nicomo, Daurig só vai disparar a magia se o inimigo ainda estiver no alcance.

Iniciativa 1d20+3

Daurig efetuou 1 lançamento(s) de dados d20 (Imagem não informada.) :
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Re: 1° crônica - Sem ter para onde fugir

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