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1° crônica - Sem ter para onde fugir

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Teste de Diplomacia (se for possível)

Mensagem por Afrodisia em Qua Nov 30, 2016 9:24 pm

Afrodisia efetuou 1 lançamento(s) de dados d20 (Imagem não informada.) :
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Re: 1° crônica - Sem ter para onde fugir

Mensagem por Narra-A-Dor em Qui Dez 01, 2016 12:22 pm

Afrodisia escreveu:*O sorriso voltaria aos lábios de Selyna por ter conseguido o que queria, principalmente no que tangia ao grupo. Ela analisou de cima a baixo tanto Nicomo quanto Daurig e Ashkar. Seria, com certeza, um grupo bastante exótico. Agora que já tinha a atenção e a simpatia do Chefe, era o momento de "dar o bote". Ela analisa a situação e aguarda findar a fala de seu contratante antes de emendar, de forma polida e extremamente suave*

- Permita-me fazer alguns questionamentos, caro Chefe da Guarda... o pagamento será antecipado ou posterior ao cumprimento da missão? Entendo que seja justo que recebamos metade agora, no mínimo, de forma antecipada. Outra dúvida é sobre o valor... não acha um valor muito baixo para quem vai arriscar a vida para defender uma cidade inteira? Se o problema ainda fosse a falta de recursos eu compreenderia, mas todos nós sabemos as riquezas que os anões ostentam nas minas que abastecem a cidade. Alguns desses minérios seriam uma ótima forma de complementação ao pagamento, não? E por último, já que os batedores do reino avistaram a força inimiga, será que teriam uma ideia de quantos são? Afinal, estamos indo de encontro a um provável exército sem saber o que esperar em termos de números. Com base numa informação mais precisa, podemos usar parte dos recursos antecipados para nos equipar melhor.

*Ela aguardaria a reação inicial de todos em seus rostos, para já identificar aqueles que se agradariam com sua fala antes de continuar*

- O que me diz, nobre chefe? O que me dizem, nobres aventureiros?

OFF: Tentando uma Diplomacia para ver no que dá.

-Se dependesse de mim, ou mais exatamente, se o dinheiro gasto nessa empreitada fosse MEU... Eu daria mais a vocês sim, mas é o dinheiro da cidade, administrado pelo conselho, e ele só será liberado quando o serviço estiver terminado. De qualquer maneira, verei o que posso fazer. Mas não garanto nada. Quanto a vocês receberem, tem minha palavra.
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Re: 1° crônica - Sem ter para onde fugir

Mensagem por Nicomo Cosca em Dom Dez 04, 2016 2:33 am

*Nicomo observa a moça falando, parte interessado e parte fascinado. Mesmo sem as acrobacias e facas, ela já seria adição de valor a qualquer grupo só pelo que estava fazendo ali. Se a situação fosse um pouco diferente, sem dúvidas estaria com o capitão da guarda comendo em suas mãos. E mesmo que seu discurso não tenha dito o efeito esperado, não poderia prejudicar tirar tentar tirar algo de bom dele.*

-Minha bela e mais nova companheira de aventuras (que aliás, não me concedeu a graça de saber seu nome), nosso valente capitão Fortrek é uma vítima das circunstâncias, e dos grilhões impostos a ele pelo dever. Ninguém aqui tem dúvidas de que, se dependesse de seu sólido julgamento, nos seria oferecida a recompensa apropriada para um serviço tão perigoso. Mas, infelizmente, não é o caso, não é? O senhor Fortrek precisa ouvir o Conselho, suas desculpas esfarrapadas para economizar alguns cobres, enquanto gastam com seus banquetes ou coisas como fiscais do porto, praças públicas e os casamentos das filhas, estou errado?

-Mas isso não muda uma coisa, caro capitão: o Conselho, quer queira ou não, tem de escutar ao senhor. Especialmente se apresentar bons resultados; por isso tenho certeza que uma palavra certa no ouvido certo pode trazer alguma generosidade para os corações gelados dos conselheiros. Então podemos propor duas coisas: a promessa de um bônus em caso de sucesso acima das expectativas, o que só deixaria o senhor sendo visto com melhores olhos pelos seus superiores (ser aclamado como o Herói de Muli não parece má ideia, não?); e que combinemos um ponto de divisa, digamos... a entrada do Monastério mencionado pelo senhor: a partir deste ponto, tudo que encontrarmos serão espólios de guerra, e não propriedade legal de alguém no reino. Parece razoável?

-Naturalmente, além disso, como bem dito pela nossa bela companheira, informações sobre o lugar, o que nos espera, mapas e coisas afins não só são bem vindos, são fundamentais para o nosso sucesso.
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Resposta ao tópico

Mensagem por Afrodisia em Dom Dez 04, 2016 6:25 pm


*Afrodisia estava bastante impressionada. Nicomo tinha um traquejo quase tão bom quanto o dela com as palavras, mas sua expressão amigável aparentava ser tão legítima que até mesmo ela se pôs em dúvida. De qualquer forma, se estivesse fingindo, era um ator e tanto. Se estivesse falando a verdade, um diplomata e tanto. Seus olhos brilharam levemente quando o encarou, e o respondeu com sua voz suave*

- Nicomo Cosca, você disse ser seu nome, não é? Eu sou Selyna. Estou encantada em conhecê-lo. E pode se assegurar que falo a verdade.

*Rapidamente avaliaria as reações dos presentes antes de se voltar para o capitão e, posteriormente, para Vincent*

- Estou de acordo com as palavras do Sr. Cosca, capitão Fortrek. Tenho certeza que meu companheiro está de acordo com estes termos também.
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Re: 1° crônica - Sem ter para onde fugir

Mensagem por Narra-A-Dor em Seg Dez 05, 2016 9:54 am

Narração a todos
*Fortrek observa a todos, antes de falar.*

-Pois bem, como já disse , falarei com o conselho. Tentem fazer as coisas da melhor maneira possível e serão recompensados por isso. A partida de vocês será hoje a noite para que vocês possam chegar lá durante o dia, a não ser que prefiram além de enfrentar esses inimigos, lidar também com os problemas noturnos. Estrará tudo arranjado para vocês nesse horário, comida, mapas, transporte...

*Se voltando a todos novamente ele questiona*

-Algo mais que eu possa esclarecer para vocês?
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Re: 1° crônica - Sem ter para onde fugir

Mensagem por Daurig em Seg Dez 05, 2016 9:55 pm

*Daurig ouvia atentamente, até que o capitão cita a missão de fechar túneis subterrâneos. Essa revelação parece ligar o kobold, que fica elétrico por um momento ao perceber que poderia ser útil! *

*Ele se recompõe, e então pigarreia (algo que aprendeu vivendo com os humanóides), pedindo a atenção de todos. . . . . . . mas como sua voz é muito fraca em relação aos demais, ninguém ouve.*

*Após mais uma tentativa fracassada, Daurig espera todos terminarem de falar, para então erguer os braços de repente*

- Daurig tem coisa para falar! *ele olha ao redor, vendo que finalmente conseguiu falar. Ele pigarreia novamente, para parecer mais importante*

- Daurig era... como vocês dizem? Mestre?.... Capataz! Daurig era capataz em mina kobold. Ele pode lacrar qualquer túnel, pode sim! *ele diz enquanto balança a cabeça afirmativamente* Mas grupo vai precisar de ferramentas. E mineiros! *ele coça a parte inferior do focinho* Jeito mais rápido de fechar túnel é com treme-terra, será que anões tem? *ao notar que nem todos pegaram o que é "treme-terra", Daurig se abaixa, então se ergue de uma vez, abrindo os braços para cima* BOOOOOOOOOM! ! !

*Após um pausa momentânea, ele volta a falar*

- Daurig precisa de mapa, ou de alguém que conheça os túneis para começar plano magnífico! Ferramentas, grupo precisa de picaretas, bastante corda grossa e corda fina. Martelo e pinos de metal também. Talvez... talvez anões possam ajudar com isso? *ele termina, olhando do chefe da guarda para seu grupo. Não era difícil de ver que o kobold havia ficado animado com a ideia*
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Re: 1° crônica - Sem ter para onde fugir

Mensagem por Ashkar em Seg Dez 05, 2016 11:02 pm

*Ashkar não gosta muito da "promessa de pagar depois" soltando um rosnado de aborrecimento.

- Espero que valha nosso tempo! Sabe como é. Matar orc não sai barato!

*Não dá muita bola para as tentativas de gracejos que Nicomo tenta com a mulher humana mas mostra-se animado com a ideia do kobold.

- Explodir coisas? Gosto do jeito que você pensa pequeno! Afinal pra que só matar orc quando podemos matar orc de um jeito foda!
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Re: 1° crônica - Sem ter para onde fugir

Mensagem por Nicomo Cosca em Ter Dez 06, 2016 7:23 pm

*Desde que Nicomo havia conhecido Daurig, o kobold havia se demonstrado pouca coisa além de uma pilha de nervos salpicada por veneração a Ashkar e um ou outro truque que não sabia explicar. Agora ele estava genuinamente impressionado com o pequenino.*

-Isso é... surpreendentemente útil. E assustador...

*Mas após alguns instantes se recompõe para sua persona habitual*

-Viram? Melhor grupo mercenário de toda a região! Um homem para cada tarefa! E talvez eu tenha um ou outro truque na manga para ajudar com a demolição. Aliás, capitão Fortrek, já que não pode (compreensivelmente) adiantar o pagamento, eu não me importaria de receber emprestado uma maça pesada do arsenal da milícia. Garanto que terá bom uso.
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Re: 1° crônica - Sem ter para onde fugir

Mensagem por Narra-A-Dor em Qua Dez 07, 2016 8:12 am

Nicomo Cosca escreveu:-Viram? Melhor grupo mercenário de toda a região! Um homem para cada tarefa! E talvez eu tenha um ou outro truque na manga para ajudar com a demolição. Aliás, capitão Fortrek, já que não pode (compreensivelmente) adiantar o pagamento, eu não me importaria de receber emprestado uma maça pesada do arsenal da milícia. Garanto que terá bom uso.

-Será providenciado, e estará em suas mãos junto com as provisões.

*Ele olha para todos enquanto se levanta.*

-Bom, espero que estejamos acertados. Hoje a noite, assim que a lua nascer, as provisões estarão chegando aqui e vocês devem partir. Que os deuses estejam com vocês... *de forma bem baixa, praticamente um sussurro, ele diz* vamos precisar!

*Ele recolhe os itens que estavam sobre a mesa, e seus guardas vão atras dele enquanto ele passa pela porta da taverna. Algumas pessoas saem logo em seguida, deixando a taverna com sua movimentação habitual. Assim, agora que Fortrek sai e suas atenções que até então estavam voltadas para ele, notam que a música de fundo que só agora vocês percebem que estava tocando o tempo todo, cessa. Em meio as pessoas que estavam na taverna, um homem, no caso um humano, abre caminho entre as pessoas e chega até a mesa de vocês ali naquele local reservado. Já estendendo a mão para cumprimenta-los ele se apresenta.*


-Bom dia senhores, e senhoritas *ele lança um olhar para Afrodisia, seguido de um sorriso mostrando seus dentes perfeitos e uma piscada*. Me chamo Haseid, sou um bardo errante e gostaria se saber se poderia seguir junto a vocês nessa pequena empreitada? Gostaria de torna-los heróis, caso vocês se mostrem heróis, criar músicas que levem seus nomes, contas seus feitos e é claro, ser o bardo que criou tudo isso. *enquanto ele diz essas palavras sobre o que gostaria, ele gesticula como se estivesse atuando em um drama, de forma bem eloquente*. Antes de mais nada, não será preciso dividir a premiação da recompensa comigo, sou um amante da arte e se tudo ocorrer bem, ter tudo isso que disse, já terá valido muito a pena!
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Teste de Sentir Motivação (esse bardo não me engana :p)

Mensagem por Afrodisia em Qua Dez 07, 2016 3:36 pm

Afrodisia efetuou 1 lançamento(s) de dados d20 (Imagem não informada.) :
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Re: 1° crônica - Sem ter para onde fugir

Mensagem por Azeitona em Qua Dez 07, 2016 5:50 pm

*A bem da verdade, aquilo dava no saco. Vincent nunca gostou dessa parte do serviço: em geral era demorada, infrutífera e tendia a grandes sessões de verborragia. Ainda sim, era inegável que Aphrodisia era uma mestre na arte de se fazer entender sem falar nada. Ainda que soubesse das artimanhas da parceira, ainda se surpreendia com algumas de suas proezas.
No fim, ela conseguiu conduzir a negociação como queria e fora ainda mais feliz em achar outro falastrão com ela. Vince lembraria pouco desse momento entre um cochilo e outro, bem disfarçados dentro do capuz. O tal Nico parecia gostar tanto da própria voz que não haveria par melhor pra ele do que ele mesmo. Ou talvez Aphrodisia.
Enfim, com tudo resolvido, Vince levantaria de sopetão. Deixaria sua voz soar rouca como o friccionar de rochas, para dizer que estaria voltando ao quarto para fazer os preparativos da partida*
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Re: 1° crônica - Sem ter para onde fugir

Mensagem por Narra-A-Dor em Qui Dez 08, 2016 9:27 am

Afrodisia escreveu:Teste de Sentir Motivação (esse bardo não me engana :p)
7 + 7 (ou engana, dependendo do resultado)

*Se tem uma das coisas que Afrosdisia se gaba é de que nunca foi enganada, ou se isso já aconteceu, não há testemunhas disso. Ela examina minunciosamente o Bardo, mas não vê nenhuma intenção negativa ou blefe por parte dele. Ele realmente está falando a verdade*

[12:30hs]
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Resposta ao tópico

Mensagem por Afrodisia em Qui Dez 08, 2016 9:20 pm

*Depois de sondar a expressão facial do bardo e certificar-se que não parecia haver mentira em sua língua, Afrodisia relaxou um pouco e sorriu mediante as palavras do menestrel. Acompanhou Vince com os aparente interesse até que ele sumisse da sua vista e revirou os olhos. Ele já fora um companheiro mais presente.*

- Senhor Haseid, muito me agrada a sua oferta. Meu nome é Selyna, e estes são os senhores Nicomo, Ashkar e Daurig. O que nos deixou agora é meu companheiro, Vincent. Acostume-se a estes nomes, pois será aqueles de quem falará bem. Só não concordo muito com seus termos em relação à premiação. Não sei quanto aos outros, mas eu ofereço 10% dos meus ganhos como forma de pagamento por seus serviços e também como forma de garantir que o senhor disponha do melhor equipamento possível para continuar nos acompanhando. Porém, se me dá licença, os futuros heróis deste reino precisam conversar.

*Afrodisia se afastaria o máximo possível do bardo e das outras pessoas, fazendo um sinal com a cabeça para que Nicomo, Ashkar e Daurig a acompanhassem. Precisavam conversar e se conhecerem minimamente antes da missão. Caso eles lhe seguissem, ela suspiraria e se sentaria à mesa, antes de começar a falar, em voz baixa, enquanto olhava ao redor para se certificar de que não estaria sendo ouvida por mais ninguém*

- O que vocês sabem fazer? Eu possuo habilidades de infiltração, disfarce e controle do campo de batalha, além de ser boa com as palavras. Sou usuária de magia, embora os efeitos que eu consigo gerar sejam sutis e pouco ou nada violentos. Posso tentar controlar alguns dos orcs, mas se houver ogros, a história muda. Minhas abordagens, na maioria das vezes, servirão para distrair os oponentes de vocês. Preciso saber o que esperar de vocês e, mais importante de tudo, quem será o líder.

OFF: Tentei uma Diplomacia com o bardo para deixá-lo ainda mais propenso a agir a meu favor dentro do grupo. Se for preciso um teste de Furtividade, Blefar, Disfarces ou Prestidigitação para falar sussurrando sem mais ninguém escutar (não sei se é necessário, btw), me avisa que depois eu rolo.
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Teste de Diplomacia para melhorar a atitude do bardo

Mensagem por Afrodisia em Qui Dez 08, 2016 9:21 pm

Afrodisia efetuou 1 lançamento(s) de dados d20 (Imagem não informada.) :
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Re: 1° crônica - Sem ter para onde fugir

Mensagem por Nicomo Cosca em Dom Dez 11, 2016 1:48 pm

*A proposta do bardo não deixa de soar tentadora a Nicomo. Afinal, ter alguém dedicado exclusivamente a falar sobre você? Ideia maravilhosa.*

-Olha, rapaz... Não posso dizer que não gostei da ideia. Minha colega já fez as apresentações, certo? Então bem-vindo à bordo. Não vou chegar a tamanho nível de generosidade dela de lhe prometer uma parcela da recompensa, mas se a expedição apresentar oportunidades para saque... Bem, pensaremos em algo.

*Ao ver o sinal de Selyna, ele suspira e fala com o resto da mesa.*

-Agora, se me dão licença... O dever chama.

*O mercenário se levanta e senta na mesa com Selyna e, presume-se, o resto do grupo, onde escuta com atenção ela enumerar suas habilidades.*

-Ora ora, você certamente é muito mais do que aparenta ser. Quanto a mim, posso dizer que, nos melhores dias, sou um guerreiro passável. Mas como disse antes, também me dedico nas horas vagas aos estudos de algumas artes arcanas experimentais. Com algum preparo, posso garantir habilidades das mais variadas possíveis, em determinadas combinações. Para essa expedição, estou pensando em um domínio razoável sobre o fogo e para destruir objetos; desconfio que vai ser útil.

-Quando à liderança... Bem, eu não sou nenhum ávaro com as palavras, nem tenho dificuldade para fazer amigos. Aliás, até então, eu venho atuado como líder dos meus dois singelos companheiros aqui
*indica Daurig e Ashkar* pelo simples mérito de ter o rosto do qual as pessoas não fogem quando tento começar uma conversa. Mas ainda assim... por mais eloquente que seja minha língua, desconfio que você tenha certos... atributos que tornam irrelevante qualquer persuasão que eu possa exercer. Se quiser, o cargo é seu.
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Re: 1° crônica - Sem ter para onde fugir

Mensagem por Daurig em Seg Dez 12, 2016 1:46 am

*Ao ouvir o pedido do bardo de se juntar ao grupo, o kobold novamente olha para seus companheiros, vendo o que vão fazer. Embora Daurig estivesse acostumado a conviver com grupos grandes (consequência de viver em uma caverna com milhares de outros kobolds), sua xenofobia fazia com que ele demorasse a confiar nos outros.*

*Quando o grupo se move para a mesa, Daurig segue. Novamente ele sobe em uma cadeira. Sentado, apenas a cabeça do kobold era visível por cima da mesa. Ele ouve as explicações das habilidades de Nicomo e Selyna, e então nota que chegou sua vez.*

*O kobold fica de pé na cadeira para ficar mais visível, então fala em um tom mais sóbrio. *

-Daurig é o balanço entre o arcano * ergue a mão direita com a palma virada para cima *- e o divino * ele faz o mesmo com a mão esquerda. *- porque ele é servo de Io, deus dos dragões e do equilíbrio. * ele diz mostrando o colar de discos metálicos coloridos que usava, normalmente escondidos debaixo do manto* - Daurig também segue o caminho da magia, sim, com poderes do sangue draconico. Daurig pode curar aliados e pedir benças a Io... mas também pode destruir inimigos com magia de dragão!

*O kobold considera por alguns momentos:*

- Quanto a líder, Daurig já foi lider de grupos na mina dele, várias vezes! Aqui em cima Daurig seria líder ruim, mas ele pode ser útil na mina dos anões.

*Após terminar de falar, Daurig se senta novamente, olhando para a pessoa a seu lado para explicar seus poderes e habilidades.*
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Re: 1° crônica - Sem ter para onde fugir

Mensagem por Ashkar em Ter Dez 13, 2016 7:37 pm

*Ashkar acaba acompanhando o grupo até a mesa, e quando questionam sobre o que cada um faz, prontamente responde.

- Eu bato em coisas com esse brinquedo aqui Faz um sinal com o focinho para a espada de duas mãos nas costas* - E pessoas morrem! Eu bato rápido, bato com força, e se eu tiver puto não paro de bater!

*Depois de pensar um pouco acaba complementando.

- Também sou bom em arrumar coisa em lugar selvagem e em assustar idiotas! Hahaha...essa é a parte divertida!

*Quando Nicomo começa a falar, ou melhor, discursar. Ashkar acaba não aguentando o comentário

- É...quando queremos entediar alguém até a morte, mandamos o Nicomo na frente, quando queremos distrair alguém ou botar fogo na porra toda, mandamos o Daurig.
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Mensagem por Afrodisia em Ter Dez 13, 2016 11:43 pm

*Afrodisia, ou melhor, Selyna, sorri ao ouvir os comentários de Daurig e Ashkar. Percebera que Nicomo gostava de usar as palavras, assim como ela, mas aparentemente esta não era sua especialidade. O dragoniano era um livro aberto e sem surpresas, não tinha muito com o que se preocupar. Daurig era um mistério. Parecia simplório em seu falar por vezes, mas nenhum clérigo deve ser subestimado. Ao saber que mesclava poderes divinos e arcanos, e entendendo suas habilidades, decidiu*

- Muito me agradaria a liderança, nobre Nicomo, mas seu grupo é maior que o meu. Logo, ao menos neste primeiro momento, um de vocês deve liderar, ao menos até que eu e meu companheiro conquistemos a confiança de vocês. Daurig, será muito divertido ver a insatisfação dos anões ao perceberem que você é nosso líder. Confio nas habilidades que você diz ter para nos levar ao melhor caminho possível para completarmos com sucesso a missão. Se depender da minha vontade, a liderança é sua.

*Ela mantinha o sorriso ao olhar para o Kobold. Talvez ela o admirasse de verdade. Seu povo é tido como fraco e hostilizado pela maioria das raças civilizadas conhecidas. Ver um desta procedência conseguir destaque certamente irrita os preconceituosos, e isso a diverte. Faria o possível para manter Daurig vivo e em destaque, só para observar as reações alheias*.
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Re: 1° crônica - Sem ter para onde fugir

Mensagem por Narra-A-Dor em Qui Dez 15, 2016 10:08 am

Narra-A-Dor escreveu:


*Haseid se aproxima da mesa onde estão*

-Se estão preocupados com isso de recompensa e coisas do tipo, vou reforçar que não quero parte nele, vocês faram por merecer assim espero e eu estarei lá para  poder saber de todos os detalhes. Claro que podemos encontrar espólios no caminho e coisas do tipo, e dessas eu quero apenas para manter a viagem confortável e ajudar caso necessário. Apenas isso!

*Ele olha sorrindo para todos! O ar confiante de descontraído faz de Haseid uma companhia agradável. E seu alto Carisma faz com que ele pareça amigável e atrativo. De fato ele parece que já é amigo de todos, e se comporta como tal. Alguns como Ahskar tem pouca paciência com bardos que não param de falar em seu ouvido, mas não parece o caso dessa vez. E Daurig vê uma oportunidade de passar ao mundo tudo aquilo que gostaria que todos soubessem sobre sua religião, mas poucos dão ouvidos. Vincenti, Afrodisia e Nicomo já tem certeza que caso o Bardo diga a verdade, eles podem ser famosos em vários reinos.*

*Haseid se senta à mesa e coloca os pés sobre a mesa enquanto pede algo para comer e beber. *
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Re: 1° crônica - Sem ter para onde fugir

Mensagem por Nicomo Cosca em Qui Dez 15, 2016 6:41 pm

*A oferta do bardo soa cada vez mais e mais melhor aos ouvidos pouco preocupados de Nicomo. Afinal, qual a pior coisa que poderia acontecer?*

*O que Selyna teve a dizer sobre Daurig era pior. Ou seria?*

-Eu não sei se a proposta me ofende ou se é a coisa mais engraçada que eu ouvi nos últimos tempos...

...

-Mas seria impagável ver as reações dos anões, não é? Ah, que se dane. Por mim o comando é seu, garoto, desde que não me faça rezar para dragões.


*Nicomo acompanha o bardo em por os pés em cima da mesa e continua com as cervejas.*

-Então, você parece estar por aqui há mais tempo. Sabe alguma coisa sobre esse tal Monastério da Corrente Partida?
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Re: 1° crônica - Sem ter para onde fugir

Mensagem por Daurig em Qui Dez 15, 2016 10:03 pm

*Ao ouvir Selyna sugerindo-o como líder, Daurig baixa um pouco a cabeça pensativo, acariciando a parte inferior do focinho com um dedo. Após ouvir as palavras de Nicomo, o kobold inclina um pouco a cabeça para o lado, um tanto quanto incerto se estava sendo eleito líder exclusivamente para irritar os anões...*

*Não importava. Ele era o líder agora. Ele ajeita o manto e os óculos escuros enquanto uma nova sensação de importância o preenche. *

- Io guiou Daurig até aqui, agora Daurig guia grupo até completar missão. * ele diz, determinado.*

*É então que o bardo Hasseid se aproxima e começa a falar novamente. Daurig o ouve e dessa vez tem uma impressão melhor do sujeito. Desde que havia vindo para a superfície, Daurig havia encontrado apenas Nicomo e Ashkar que o tratavam como um amigo, mas o bardo o fazia sentir a mesma sensação. Além disso, a proposta de ter um bardo no grupo contando todos seus feitos parecia muito mais interessante agora que ele era o líder! O kobold se dirige ao bardo, agora como o líder do grupo:*

- Grupo aceita seus termos, fazedor de música Hasseid. Grupo vai dividir espólios como achar justo, por votação. Se der empate, a escolha fica para os deuses em um jogo de sorte. * ele então olha para Selyna * - Mesmo fora dos termos, Daurig permite Selyna dar recompensa a Hasseid, porque o que for dela, ela que decide.

*Ao ouvir a pergunta de Nicomo ao bardo, sua atenção redobra. O kobold estava extremamente curioso. Ele primeiro ouve a resposta de Hasseid, antes de perguntar:*

- Hasseid sabe se tem algum anão de lá aqui? Ou se tem algum tomo que Daurig possa ler sobre o lugar?
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Re: 1° crônica - Sem ter para onde fugir

Mensagem por Narra-A-Dor em Seg Dez 19, 2016 12:22 pm

Nicomo escreveu:-Então, você parece estar por aqui há mais tempo. Sabe alguma coisa sobre esse tal Monastério da Corrente Partida?

*Haseid com um sorriso largo, vendo que está sendo e valia para p grupo, tira seus pés da mesa e mexe em sua mochila. Logo ele tira um mapa do reino e o abre sobre a mesa para que todos possam ver. Enquanto faz essa ação, ele fala de forma alegre!*


-Claro que sim, eu já rodei todo esse reino.
Construído há séculos atrás como casa para a elite da força de batalha dos adeptos de Blator, o Monastério da Corrente Partida preserva as memórias do sofrimento anão pelas mãos dos gigantes, e oferece treinamento na arte de combate, úteis para combater esses inimigos. Por gerações, o monastério é considerado como um símbolo da perseverança dos anões e perícia no treinamento de combate. Aquele que treina ali, não apenas recebe uma ótima educação em religião e combate, mas também ganha uma marca de orgulho e honra.
Erguido para abrigar uma ordem de combatentes sagrados a serviço de Blator , grande parte dos templários vieram de Muli, ao presenciarem como a cidade tem perdido sua identidade. Mesmo que a relação seja tensa, o Monastério e a cidade permanecem aliados. O Monastério possui um dos três pontos de acesso aos túneis sob as Montanhas Morada do Rochedo. Os templários têm a reputação de serem os únicos que sabem como se fecham os túneis.
Esta área (ele se refere ao monastério, enquanto aponta no mapa) inclui o monastério, o pátio e as muralhas exteriores. O local inteiro termina de encontro à montanha, que serve como a quarta parede. As outras muralhas têm 15 metros de altura e vigas de reforço em intervalos regulares. O acesso ao pátio é pelas portas duplas, com 9 metros de altura, que nunca ficam trancadas. Dentro das paredes esta o Salão de Blator , rodeado pelo pátio. Areia fina cobre o pátio e os espaços entre as incontáveis fileiras de estátuas, cada uma esculpida para comemorar as ações de um herói anão ancião. O monastério é uma estrutura coberta, com um telhado vermelho ladrilhado. Baixos relevos decoram seu exterior, demonstrando eventos religiosos e heróis esculpidos em pedra com perfeição. Os orcs tomaram o lugar, tendo um bando do lado de fora no pátio e um segundo grupo no salão, desfigurando o altar de Blator.
Daqui para lá, com montaria e boas condições, demoramos três dias e meio de viagem!

Daurig escreveu:- Hasseid sabe se tem algum anão de lá aqui? Ou se tem algum tomo que Daurig possa ler sobre o lugar?
-Eu não tenho nenhum tomo sobre isso. Tudo que sei guardo em minha cabeça. Mas a cidade tem uma biblioteca, lá você poderia saber sobre esse assunto. E sim, sobre os anões, sim. Inclusive um dos membros do conselho é um anão de muito respeito no Reino.
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Mensagem por Afrodisia em Ter Dez 20, 2016 4:10 pm

*Afrodisia absorveu toda a informação possível do bardo e ficou bastante satisfeita com a aceitação do kobold. Era sempre melhor que, no fim das contas, ela não fosse o centro das atenções. Como líder, ela chamaria demais a atenção, e os monstros mais inteligentes poderiam tentar derrubá-la primeiro. Não obstante, ela se levantou da mesa, já preocupada com o tempo de duração de sua magia de ilusão*

- Bem, então estamos acertados. Quando forem partir, basta me chamarem - e ao meu companheiro. Estamos no quarto número 3. Até breve, senhores.

*E, com essas últimas palavras, despediu-se de seu futuro grupo de aventureiros. Precisava repassar a Vincent as informações que tinha conseguido.*
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Re: 1° crônica - Sem ter para onde fugir

Mensagem por Daurig em Qui Dez 22, 2016 12:18 pm

O kobold tenta se curvar para frente um pouco para ver o mapa melhor, mas acaba desistindo e subindo na mesa mesmo, sentando próximo ao mapa. A medida que Hasseid aponta os lugares e explica, Daurig ouve com muita atenção.

Assim que Selyna e Vincent avisam que vão se retirar, Daurig consente com um aceno positivo de cabeça e fala:

- Capitão disse que grupo tem que partir hoje a noite, tentem se aprontar até lá.

Ele então se volta a seus companheiros:

- Grupo tem pouco tempo. Daurig vai pegar algo que possa comer andando - ele diz, já erguendo uma das mãos e procurando algum servente da taverna - e então Hasseid vai levar Daurig para falar com anão do conselho. Ashkar e Nicomo devem vir juntos, Daurig tá começando a achar que anões podem não gostar dele...

O kobold vai pedir carne "não muito queimada" para o servente da taverna, um pedaço que possa levar em mãos e ir comendo. Antes de sair da taverna, ele paga pelo seu quarto e a comida que consumiu.
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Re: 1° crônica - Sem ter para onde fugir

Mensagem por Ashkar em Sab Dez 24, 2016 11:50 am

*A “ideia” do kobold virar o novo líder fez Ashkar cuspir a cerveja em um jato em quem estiver mais próximo.

- Hahha….HHAHAHAHAHAHAHAHAH! Começa a rir escandalosamente, enfiando a cabeça na mesa dando socos nela fazendo ela tremer – O Kobold….ahahahahahahhaha!

*Até limpa uma lagrima do olho.* - Ai vocês matam o papai assim!

*Escuta com atenção ao bardo e faz um “joia com o dedo” enquanto tenta se recompor da sessão inesperada de riso.*

- Claro...claro “chefe”. *Não consegue não rir de novo.* - Ai...to com dor de tanto rir...preciso de mais uma gelada!
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Re: 1° crônica - Sem ter para onde fugir

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